Resenha: Garoto 21

Coelho da Lua


CAPA-Garoto-21Nome:
 Garoto 21
Autora: Matthew Quick
star-rating-icon-5-best

Sinopse:

Repetir um movimento várias e várias vezes ajuda a clarear a mente – uma lição que Finley aprendeu muito cedo, nas quadras de basquete. Numa cidade comandada pela violência do tráfico e da máfia irlandesa, vestir a camisa 21 e dar o sangue em quadra é sua válvula de escape.

Vinte e um também é o número da camisa de Russ, um gênio do basquete. Ou pelo menos era. Recém-chegado à cidade de Bellmont depois de ter a vida virada de cabeça para baixo por uma tragédia, a última coisa que ele quer é pegar de novo numa bola.
Russ está confuso, parece negar o que lhe aconteceu e agora se autointitula um alienígena de passagem pela Terra. Finley recebe a missão de ajudá-lo a se recuperar e, para isso, precisará convencê-lo a voltar a jogar, mesmo sob o risco de perder seu lugar…

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Calor, por favor?

Oi gente, tudo bem? Acho que sim, porque você com certeza está agasalhadinho e protegido desse frio!

Mas e as pessoas que moram na rua ou não tem dinheiro para comprar um agasalho quentinho? Por isso que nesse post trago algumas ONGs onde você pode doar aquele moletom que não usa mais, ou aquelas meias que perderam o elástico, ou aquele cobertor que desbotou e você não usa mais. E se você higienizar antes de doar, melhor ainda!

Se você não quer ou pode ir às ruas para doar pessoalmente, você pode entregar à algumas ONGs que fazem essa parte, inclusive, algumas delas se encarregam de retirar a doação.

  • Cruz Vermelha
    Informações pelo telefone (5056-8710)
  • Exército da Salvação
    Retirada das doações por telefone (4003-2299) ou através do site.
  • Casas André Luiz
    Retirada de doações por telefone (2459-7000 ou 0800-773 40 66)
  • Santa Casa de SP
    Você pode diretamente aos pacientes ou doar para a lojinha, onde o dinheiro é revertido para a compra de outras necessidades.
  • Algumas empresas também aceitam a doação e destinam para as ONGs responsáveis, como é feito todo ano aqui no UOL. Colocamos uma caixa de doação no saguão do prédio onde os funcionários podem deixar sua colaboração.

E aí, vamos esquentar uns coraçõezinhos também?

Beijo

Flá ❤

Será que é assim mesmo?

Oi gente, tudo bem? Eu estou bem, mas meio confusa com o que tem acontecido (pra variar!).
Faz tempo né? E nesse “tempo” aconteceram tantas coisas que tive vontade de falar, mas por conta do tempo, não consegui.
Mas hoje, diante do post que li, não tenho como não falar!

Vamos lá.
A página do Adoro Cinema fez um post hoje sobre a revolta de uma atriz x, dizendo que o cartaz de divulgação do filme X-Men estaria fazendo apologia à violência contra a mulher. Olha o cartaz aí embaixo:

O que você acha?
Você pode ler o post completo aqui.
Na boa, eu, como mulher, não achei nada ofensivo. Até porque Mística (essa mulher azul) é uma super-herói, tem que lutar contra o crime, e faz parte apanhar. O super-herói nem sempre sai ganhando. FALANDO NO MUNDO DOS SUPER-HERÓIS DA FICÇÃO!!! Não me entendam mal.
Concordo que, se uma imagem ou qualquer outra coisa faça apologia à alguma coisa errada/ruim tem que ser vetada, mas oi? O que o mundo X-Men e dos quadrinhos em geral tem a ver com agressão à mulher? De que realidade estamos falando?
Uma outra pessoa reclamou que esse cartaz estaria “jogando a violência na cara de seus filhos”. Quantos anos o filho dela tem? Se ele não souber separar a realidade da ficção, com certeza não tem idade pra ver esse filme.
O movimento feminista tem estado cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, e tem visto coisas que, pessoas como eu, não veem. E quando digo pessoas como eu, eu quero dizer pessoas que não ficam procurando maldade onde não tem ou que não ficam lendo SÓ nas entrelinhas.
Será que eu deveria, por ser mulher, ter esse olhar aguçado que as feministas tem? Ver num filme, que diga-se de passagem eu adoro, coisas que aos meus olhos não existem?
Nem sei mais o meu foco desse post: se tenho que ficar do lado das mulheres (feministas) pelo fato de ser uma ou defender a essência de um filme que gosto e não vejo nada de mais?

Até mais!

Flá

Vítima ou feminista?

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Oi gente, tudo bem? Eu estou bem. Brava, mas bem.

Acabei de ler uma reportagem que me deixou, mais uma vez, estarrecida com os comentários dos internautas. A reportagem fala de um tema complicado, mas os comentários são os piores. Esse post fala especialmente sobre os comentários.

A reportagem fala de uma menina que relata que homem ejaculou em sua saia dentro de um ônibus coletivo. Esse tema, diga-se de passagem, tem ficado cada vez mais comum no dia-a-dia de quem usa transporte coletivo.

Veja aqui a reportagem:

Jovem relata que homem ejaculou em sua saia dentro de ônibus e post viraliza nas redes sociais

Vejo toda semana alguma mulher relatando abuso sexual dentro do metrô de São Paulo, ou uma outra falando do abuso no ônibus a caminho de casa. Inclusive, o metrô de São Paulo tem aumentado a campanha sobre abuso sexual. Mas até onde a mulher pode se defender ou evitar? É bem complicado. Quem anda de metrô em horário de pico sabe do que tô falando.

Enfim, meu desabafo é sobre os comentários que tenho lido, a maioria de homens, estranhamente.

Alguns questionam a veracidade da informação ou do “fluido” do abusador, ou dizem que a garota, na primeira investida deveria ter gritado, ou que está se fazendo de vítima porque no seu perfil diz que é “feminazi“. Nem sei o que quer dizer esse termo. Outros até dizem que se fosse esperma mesmo, não teria este aspecto! Pelamor! Pouco importa se é de verdade ou não, montagem ou não.

De que importa se a garota é feminazi ou não? De que importa se é esperma de verdade ou montagem? De que importa se ela gritou ou não?

A questão é que isso acontece todo dia, com mais de uma mulher por dia. Não importa se essa garota quis ter seu 1 minuto de fama. O que importa é que ela passou o recado, deixou seu relato (verdadeiro ou não) como forma de aviso num grande meio de comunicação. Chegou até você, certo? Talvez esse tenha sido o objetivo dela, a gente nunca vai saber.

Mas parem de ser machistas (até mulheres podem ser machistas), se atentar à detalhes do que tem na foto da garota ou não. Pensem nas mulheres em geral, que às vezes não tem instrução suficiente ou “malícia” para perceber à tempo uma situação como essa. Pensem nas mulheres que não são ouvidas ou não tem o amparo necessário quando isso acontece. Pensem na cabeça delas, em que acreditam que são culpadas por aquilo, porque alguns pessoas com a mente mais fechada (sem generalizar) dizem que a própria mulher que provocou aquilo. Pensem na garota que não usa saia, porque acha que aquilo é “tentar” o abusador. Pensem nas mulheres que não saem de casa porque tem síndrome do pânico desenvolvido por uma situação dessa.

Parem de olhar só para o seu mundinho; olhem a sociedade como um todo, olhem essa garota como a população feminina como um todo. Qualquer uma pode ser vítima, inclusive alguém que você conheça.

A culpa é do abusador, da pessoa doente que sente prazer em oprimir uma pessoa dessa forma, de fazer algo contra a vontade dela e de humilhá-la de forma tão baixa. Não é culpa da mulher vítima de abuso. A vítima sempre será a vítima, ponto. Não deixe que te falem o contrário.

Segundo o Wikipédia:

Feminazi é um termo usado na cultura popular para descrever tanto as feministas radicais quanto as mulheres que pretendam estar numa situação de superioridade em relação aos homens ou que sejam misândricas.

Não sou feminista nem feminazi, nem sexista. Se isso acontecer com um cara, minha opinião ainda será a mesma. Mas esse cara também tem que expor o que aconteceu com ele e não ficar calado frente à um problema dessa magnitude. Abusadores devem ser apontados, devem ser expostos, devem ser denunciados.

E eu espero que algumas pessoas tenham mais empatia pelo próximo ou próxima.

Beijo

Flá 

 

De quem é o dever?

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Oi gente, tudo bem? Eu estou bem, mas um pouco chocada com o que andam pensando da vida.

Hoje li na internet uma matéria em que mostravam policiais militares ajudando um garotinho com seu dever de casa. Não costumo ler os comentários nas reportagens, mas hoje me vi intrigada com o que li. Veja a reportagem completa:

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2016/03/pms-ajudam-menino-com-o-dever-de-casa-e-foto-da-acao-viraliza-na-internet.html

O ato, que para mim, foi de bondade, foi muito criticado nos comentários dos internautas. Falaram que a polícia deveria estar protegendo a população de ladrões e não fazendo o papel do professor, que não ganham pra isso. Disseram que, enquanto um garotinho de quatro anos foi baleado numa outra cidade, esses policias estavam “matando” o tempo. Que os policiais não tinham nada a ensinar, já que eram policiais (?).

Péra. Qual era o assunto da matéria mesmo?

Diante dos comentários, fiquei pasma com o pensamento do brasileiro. Sempre tem que colocar a culpa em alguém, tem que julgar sem conhecer, tem que apontar o dedo para alguém que está fazendo algo além do seu dever. E nesse caso, bastava reconhecer o ato de bondade dos policias.

Não defendo 100% ninguém, vamos deixar isso claro. Em toda e qualquer profissão, existem os caras maus e os caras bons. Há gente de todo o tipo.

Poderia ser o padeiro, o dono do bar da esquina, o tio da lanchonete, o porteiro, o vizinho que é professor, ou uma pessoa qualquer! O ato continuaria sendo de bondade. Por que que, pelo fato de serem, policiais, estão sendo tão criticados ou tão exaltados? O mérito tem que ser da pessoa, e não do profissional (nesse caso). E o mérito do garoto pelo seu esforço? Pouco se fala do garotinho, do por que ele ter que procurar a ajuda dos policiais, mas ele também não tem que ser reconhecido?

Um dos comentários diz que os policiais deram um exemplo a ser seguido. Concordo, mas não apenas por policiais. Como eu disse acima, qualquer pessoa pode fazer o bem ao próximo, não importa seu nível de escolaridade, ou sua patente, ou sua posição social, ou o seu salário.

Se algumas pessoas não enxergam o que está atrás da farda, como confiar à essas pessoas o seu voto, ou os seus filhos, ou algum parente, ou seu bichinho de estimação? Será que com um pensamento tão ignorante e “coração peludo”, essas pessoas são capazes de zelar pelo o que é do próximo? Que tipo de profissionais e/ou pessoas são?

Dá uma certa vergonha ao ler esses comentários. Mas também um certo orgulho ao ver raras pessoas defendendo o ato em si.

Já dizia Johann Goethe:

Seja o homem nobre, caridoso e bom. São as únicas coisas que o distinguem dos demais seres.

Beijo
Flá

Deixa ela quietinha!

Oi gente, tudo bem? Eu estou com meu coração partido.

Acabei de ver um vídeo em que a mãe ia começar a preparar o almoço e o filho pequeno não queria que ela cortasse a galinha (já morta, depenada, etc) e que a deixasse quietinha.

A mãe tentava explicar que a galinha já estava morta e que não poderia fazer mais nada. Explicou que já estava sem asa, sem cabeça. E o menino pergunta: mas cadê a cabecinha dela? O vídeo dura 3:37 e a mãe não consegue argumentar com o menino de que a galinha estava ali para ser comida.

Quando ela insiste em pegar a galinha para cortar, o menino começa a chorar! Gente, é de partir do coração. É um choro tão sentido que você fica pensando, tentando imaginar o que se passa na cabeça da criança. A mãe chega até a prometer uma galinha de verdade para ele cuidar.

Dependendo dos hábitos alimentares da família, é bem difícil de ensinar a uma criança o que pode/deve ou não ser feito. Eu como de tudo, inclusive carne, e mesmo assim, às vezes me abalo com esse tipo de vídeo. Será que a gente precisa mesmo comer carne? Me pergunto muito isso, mas nunca fiz nada para mudar meus hábitos alimentares.

Vejo vários vídeos de porquinhos de estimação e meu coração derrete com tanta fofura! Mas quando eu lembro que como carne suína, como deveria me sentir? Eu acabo fechando o vídeo na hora e tento mudar meus pensamentos. Seria hipocrisia ficar babando no vídeo do bichinho, mas não fazer nada para mudar o que comer, certo?

Um outro assunto que bombou foi o programa do Rodrigo Hilbert em que ele abate um animal para cozinhar. Eu não assisti ao programa nem ao vídeo e li várias coisas contra a atitude dele. Ok, passar na TV possa ter sido desnecessário, mas e esse monte de comentário hipócrita de: coitadinho do bicho, que dó, mimimi???

Eu penso que, se você não come carne, mude de canal quando perceber que o prato principal é carne! Simples assim. Assim como você tem direito de escolher o que assistir, o cara o direito de cozinhar o que ele quer. Ele não mexeu com ninguém, não fez nada bizarro e nem nada proibido e mesmo assim algumas pessoas acham que podem impor sua opinião quanto a um assunto tão particular. Porque se você não come carne e protege os bichos, parabéns, e se você come carne e acha que estamos no topo da cadeia alimentar, parabéns também!

Li muitos comentários, tanto a favor quanto contra a atitude dele, mas o que é o certo e o que é o errado? Será que o que você come define quem você é?

Outro vídeo muito marcante é do garotinho que não quer comer polvo e ensina para mãe que não se pode comer os bichos. Ele pensa que o polvo não é de verdade, mas quando a mãe começa a explicar as partes que estão faltando, o menino começa a questionar e então fala que não pode comer os animais, nem polvo, nem peixe, nem galinha, nem vaca, nem porco. E qual a lógica da garoto? Por que os animais têm que morrer para a gente comer?

Será que estamos ensinando às crianças da maneira certa? Será que deveria ser escolha da criança comer ou não os animais? Ou devemos ensiná-los a comer como nós mesmos aprendemos? Será que o que você come define quem você é?

Você vegano, vegetariano ou não, qual a sua opinião?

 

Beijo

Flá ❤